Sistema Nervoso Central

O cérebro é o órgão mais importante de seu corpo. Ele controla tudo o que você faz, seus movimentos, seus pensamentos e sua memória. Muitas vezes ele não age diretamente, mas pode controlar pequenas quantidades de substâncias químicas do sangue, que, por sua vez, têm um forte efeito sobre outra parte do corpo. Embora pareça muito simples, o cérebro é imensamente complicado. E uma massa de tecido esbranquiçado, bastante mole ao tato, que ocupa cerca de metade do volume da cabeça. Fica posicionado no alto da cabeça, acima dos olhos e dos ouvidos, estendendo para trás e para a parte inferior da cabeça.

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Quase tão importante quanto o cérebro é o restante do sistema nervoso. A medula espinhal estende-se do cérebro para baixo, ao longo da coluna, O cérebro e a medula espinhal formam o sistema nervoso central. Ao longo do comprimento da medula espinhal saem nervos semelhantes a fios que se dividem e se ligam com quase todas as partes do corpo. Os nervos transportam mensagens dos órgãos dos sentidos para o cérebro, e também instruções do cérebro para outras partes do corpo. O cérebro funciona como uma rede telefônica complicada mas muito compacta, com um complexo fluxo de mensagens que chegam, são selecionadas e depois dirigidas a seu destino apropriado.

As membranas protetoras do cérebro

Por ser um órgão tão importante, o cérebro precisa de boa proteção contra acidentes. Ficando em pé, o ser humano mantém o cérebro e a cabeça afastados de choques e batidas. Mesmo assim, é necessária uma proteção muito confiável. Por isso o cérebro fica alojado no crânio, uma dura caixa óssea.

Embora de paredes finas, o crânio é muito resistente devido a sua forma arredondada. Uma das formas mais fortes que se conhece é uma bola rígida. Um ovo, por exemplo, é extremamente resistente, considerando-se como é fina sua casca. Assim, o mole e delicado cérebro é protegido contra danos externos diretos pelo resistente crânio. Entretanto, mesmo sendo o crânio rígido e forte, um abalo violento poderia balançar o cérebro e causar-lhe danos. E preciso, então, maior proteção, que é dada por três membranas, denominadas meninges, que recobrem completamente o cérebro. A membrana mais externa é chamada de dura-máter, que fornece uma boa proteção e apoio devidos a sua constituição forte e coriácea.

meninges

Junto ao cérebro há uma outra membrana, denominada pia-máter, muito mais fina, que acompanha cada depressão e cada elevação da superfície do cérebro. Entre essas duas membranas há uma terceira, de constituição esponjosa, a aracnóide. Os espaços desta membrana são preenchidos por um liquido no qual flutua todo o cérebro, fornecendo a camada protetora final. Há ainda grandes espaços dentro do cérebro, que também são preenchidos com o mesmo liquido da aracnóide, de modo que o delicado tecido do cérebro não se deforma quando movemos nossa cabeça.

A medula espinhal

A medula espinhal é uma extensão do cérebro, estendendo-se da base do crânio até logo abaixo das costelas. E uma haste de tecido cerebral, com um pequeno canal passando através de todo seu comprimento. Toda a medula é coberta por membranas, tal como o cérebro, e é também banhada por dentro e por fora com o mesmo liquido protetor do cérebro.

Como o cérebro, a medula espinhal precisa de proteção. Enquanto o cérebro está seguramente encerrado em um crânio rígido, a medula espinhal está cercada por um conjunto de ossos chamados vértebras. Estes formam a coluna vertebral, que é capaz de flexionar-se quando nos dobramos ou movemos. Ao mesmo tempo, a coluna vertebral tem que ser forte o suficiente para suportar o peso do corpo e dar proteção segura à coluna espinhal. Poderia parecer que flexibilidade, força e proteção de seu frágil conteúdo não poderiam ser obtidos pela coluna vertebral, mas sua construção engenhosa toma tudo isso possível.

medula

A coluna vertebral é constituída por mais de duas dúzias de vértebras em forma de anel. A medula espinhal passa através do buraco existente no centro de cada uma das vértebras, e é completamente protegida pelos arcos ósseos. As protuberâncias ósseas das vértebras articulam-se de maneira que cada vértebra pode mover-se apenas um pouco, para não apertar ou machucar a medula espinhal. Entre cada par de vértebras há pequenas aberturas através das quais os nervos podem passar, ramificando-se a partir da própria medula espinhal. A complicada estrutura da coluna é mantida unida por flexíveis cordões de ligamento e por músculos poderosos.

A estrutura do encéfalo

O encéfalo se parece com uma noz grande, de cor rosa clara. Sua superfície é profundamente enrugada e cheia de dobras, e sua parte superior está quase dividida em duas partes por um sulco muito profundo. Essa superfície enrugada ocupa a maior parte do encéfalo e é chamada de cérebro. Na maioria dos animais o cérebro é bem pequeno, mas no homem ele cresceu tanto que cobre todo o resto do encéfalo.

encefalo

O tronco cerebral

O tronco cerebral, onde se localiza o bulbo, é algumas vezes chamado de a parte mais velha do cérebro, porque é a principal parte do cérebro na maioria dos animais primitivos. Controla a maior parte das funções importantes do corpo, e é o sistema de sustentação da vida. Se o tronco cerebral não for prejudicado, é realmente possível o corpo permanecer vivo por algum tempo, mesmo depois que o resto do cérebro tenha sido destruído.

O tronco cerebral atua junto com a medula espinhal para controlar as funções vitais, como o batimento regular do coração, a pressão sanguínea e a respiração. Mas a função mais importante do tronco cerebral é controlar a consciência, desligando as atividades do cérebro quando dormimos e ligando quando acordamos. Mesmo quando dormimos o tronco cerebral controla e confere nossas atividades vitais, mantendo o corpo funcionando.

O tronco cerebral trabalha como um computador, continuamente conferindo e controlando as informações que entram no cérebro através do sistema nervoso; em seguida ele age em cima dessa informação liberando as mensagens para que o sistema nervoso controle o corpo inteiro. Não tomamos consciência de todas essas atividades; podemos apenas notar seus efeitos. O tronco cerebral controla funções, como a respiração, automaticamente.

Cerebelo

Se localiza abaixo do cérebro. Coordena, com o cérebro, os movimentos do corpo. É responsável pelo equilíbrio do corpo, pois está ligado a alguns canais da orelha interna. Além disso, mantém o tônus muscular, isto é, regula o grau de contração muscular dos músculos em repouso.

Como as mensagens passam pelos neurônios

Um sinal carregado por um neurônio pode parecer com uma corrente elétrica sendo carregada através de um fio, mas na realidade é bem diferente. Uma minúscula carga elétrica é produzida, mas o movimento do sinal ao longo de um axônio é mais semelhante à queima de um estopim de pólvora. O sinal move-se com uma velocidade entre 1,5 metro e 90 metros por segundo.

O axônio é um tubo fino cheio de substâncias químicas dissolvidas em água. Muitos têm a parte exterior coberta com uma camada de material gorduroso, como um isolamento elétrico. A passagem de um sinal ao longo do axônio envolve o movimento de íons, ou minúsculas partículas eletricamente carregadas de dois elementos metálicos: sódio e potássio. Normalmente há mais potássio do lado de dentro de um axônio e mais sódio do lado de fora. Quando passa um sinal, a membrana que cobre o axônio se altera, permitindo aos íons escoarem através dela, causando uma mudança súbita nas propriedades elétricas nesse ponto. Essas mudanças oscilam ao longo do axônio como uma onda.

Tecido Nervoso

Quando o sinal alcança a sinapse, ele deve cruzar um pequeno intervalo para alcançar o próximo neurônio. Minúsculas bolhas nas ramificações da extremidade dos axônios contêm substâncias químicas, chamadas transmissores. Estas são liberadas quando atingidas pelos sinais e então atravessam o intervalo da sinapse. Quando contatam os dendritos da célula seguinte, dão início ao movimento do sódio- e do potássio, transmitindo o sinal.

Agora o primeiro neurônio volta ao estado de descanso normal, esperando por outro sinal. Os transmissores químicos que carregam um sinal através do intervalo da sinapse podem ser de dois tipos diferentes. Alguns são chamados de substâncias químicas excitadoras. Estas são as substâncias que passam a mensagem para o próximo neurônio, que em seguida, começa as mudanças elétricas que darão origem a sinais a serem produzidos e passados ao longo do axônio. Os outros transmissores são chamados de substâncias químicas inibidoras. Sua função é evitar que um sinal seja produzido em outro neurônio.

Milhares de neurônios estão em contato com os outros através de sinapse, e muitos estarão produzindo sinais excitadores ou inibidores, O neurônio não produzirá nenhum sinal a menos que receba mais mensagens excitadoras (“liga”) do que inibidoras (“desliga”).Um sinal de um ou dois neurônios não é suficiente para acionar um outro – ele deve receber vários sinais de uma vez. Isto significa que quaisquer sinais ocasionais de milhares de neurônios ao redor não causarão uma mensagem falsa a ser passada. E quase como o princípio da votação, onde o neurônio precisa dos “votos” de uma série de outros neurônios antes de ser capaz de emitir um sinal.

Sistema Sensorial – Órgãos do Sentido

Texto referente a aula do dia 04/10

O sistema sensorial é constituido pelos órgãos do sentido, como pele, ouvido, olhos, fossas nasais e língua, onde são encontradas as terminações sensitivas do sistema nervoso periférico. Os diferentes estímulos do ambiente são transformados em estímulos nervosos devido à capacidade que esses órgãos possuem.s receptores podem ser classificados, de acordo com a natureza do estímulo que são capazes de captar, como: quimiorreceptores, fotorreceptores, termorreceptores, mecanorreceptores. Os quimiorreceptores, língua e nariz, são perceptíveis à substâncias químicas, responsáveis pelo paladar e o olfato.

Os termorreceptores respondem pela variação da temperatura, captando estímulos de natureza térmica. Os mecanorreceptores correspondem a estímulos mecânicos. Os fotorreceptores detectam a luz. A sensação do tato é proporcionada pelos mecanorreceptores, termorreceptores e receptores de dor, existentes na pele humana. As papilas gustativas situadas na língua, são os quimiorreceptores relacionados com o paladar, estabelece distinção entre os quatro sabores: salgado, doce, amargo e azedo. O epitélio olfatório é formado pelos quimiorreceptores relacionados com o olfato, estes estão localizados no teto das cavidades nasais.

Os fotorreceptores estão situados nos olhos. Os olhos são bolsas membranosas cheias de líquido, composto de três camadas: esclera, coróide e retina. Na retina estão situadas as células fotorreceptoras. As células fotorreceptoras são os cones e os bastonetes. As estruturas responsáveis pela recepção dos estímulos sonoros são o ouvido externo, o ouvido médio e a cóclea.

Vamos estudar separadamente cada órgão do sentido.

Tato:

O tato é o sentido responsável pela percepção de diferentes sensações na pele. Tal percepção somente é permitida por meio das terminações nervosas e corpúsculos que formam os receptores táteis responsáveis pela captura dessas sensações e pela transmissão das mesmas para os nervos. Dos nervos as sensações são encaminhadas para o sistema nervoso central e chega até o córtex cerebral, onde são processados.

Apesar de ser o primeiro sentido desenvolvido no homem, o tato é importantíssimo para o crescimento, desenvolvimento e aprendizado da criança, pois por meio do toque ela consegue receber estímulos de outras pessoas, adquirindo confiança e auto-estima. Além disso, o tato é o único sentido que se conserva atento no período em que o indivíduo está dormindo, funcionando como uma espécie de guarda do sono.

Existem algumas partes do corpo que armazenam maior quantidade de receptores táteis, ou seja, terminações nervosas e corpúsculos que capturam as sensações. As mãos, os pés e os lábios são algumas dessas partes que possuem maior facilidade em receber estímulos por meio da pele.

São vários os receptores táteis, porém cada um com sua função específica:

As terminações nervosas livres são responsáveis pela percepção dos estímulos mecânicos, térmicos e dolorosos. Todas as vezes que sentimos dor, a sentimos pela captação do estímulo recebido por meio destas.

O corpúsculo de Ruffini é responsável por captar sensações do calor.
O corpúsculo de Krause é responsável por captar sensações de frio.
O corpúsculo de Meissner é responsável pelas sensações que experimentamos rapidamente por meio do toque.

Órgão do Sentido - Tato

Olfato

O olfato é formado por meio de um espessamento epidérmico localizado no crânio cuja função é captar os odores liberados por diferentes objetos, porém só consegue realizar tal captação quando os neuroreceptores recebem as moléculas de uma determinada substância por meio da dissolução dessa no muco.

O teto das cavidades nasais abriga o órgão olfatório que possui células sensoriais e neurônios que ao serem estimulados originam impulsos nervosos que são encaminhados até o lobo olfatório cerebral, produzindo a sensação de cheiro.

Existem diferentes genes receptores que detectam os odores. Para que o odor de cada objeto seja identificado imediatamente ao ser sentido por outras vezes é necessário que o gene receptor específico de cada odor esteja presente no revestimento do nariz.

Curiosidade: Apesar de o olfato ser um sentido distinto do paladar, ele é aliado na percepção do gosto dos alimentos. Pode-se verificar tal união quando se está gripado, pois nesse período o olfato é prejudicado pela secreção que a gripe produz alterando a capacidade de sentir o gosto dos alimentos.

Olfato

Paladar

O paladar é uma sensação química percebida por células específicas, denominadas papilas gustatórias. Localizadas na língua e palato, estas promovem, além de sensações táteis, aquelas relacionadas aos sabores. As papilas filiformes são as responsáveis pelo primeiro caso citado; já as papilas circunvaladas, fungiformes e foliáceas, pelo segundo.

O que chamamos de sabor é, na verdade, uma combinação de odores e gostos percebidos pelo sentido gustativo e olfativo; ativados pelos seus quimiorreceptores. Surpreendentemente, este último é responsável por aproximadamente 80% da sensação que temos ao ingerir um alimento. Assim, considerando a estreita relação entre estes, é fácil compreender porque, quando estamos gripados ou com alergia, não conseguimos distinguir os sabores com a mesma eficácia.

A textura, temperatura, ardência e cor dos alimentos também influenciam nas sensações palatais, sendo o gosto final a resultante de todos os estímulos recebidos, enviados ao cérebro e ali interpretados.

Evolutivamente falando, essas sensações são importantes, pois estão geralmente associadas à qualidade do alimento. Gostos adocicados, por exemplo, nos remete a alimentos nutritivos e/ou calóricos; enquanto o amargo indica, muitas vezes, substâncias tóxicas.

Paladar

Visão

Os olhos são os órgãos responsáveis pela percepção de luz e pela transformação dessa em impulsos elétricos que são enviados ao cérebro. Os olhos são bolsas membranosas com grande quantidade de líquido em seu interior.

A camada mais externa do olho é chamada esclera. Ela é formada por tecidos conjuntivos que preservam a forma dos olhos e faz ligação entre os músculos de movimentação do mesmo. A córnea, área transparente e curva é responsável pela passagem da luz. Após a passagem pela córnea a luz é encaminhada para o humor aquoso que nada mais é do que o líquido que existe no interior do olho.

Abaixo da esclera encontra-se a corióide, película pigmentada que contém os vasos sanguíneos responsáveis pela nutrição e oxigenação das células dos olhos. Na corióide pode-se perceber a íris, a parte mais visível do olho que tem sua coloração variada de indivíduo para indivíduo. No centro da íris está a pupila, orifício que controla a quantidade de luz que é transmitida ao olho. Por trás da íris localiza-se o cristalino, também chamado de lente. Essa estrutura é responsável pela nitidez e pela focalização das imagens formadas na córnea se projetando na área sensível do fundo do olho.

A retina encontra-se internamente nos olhos contendo os bastonetes que recebem a luz e os cones que distinguem as cores. Os bastonetes normalmente se concentram nas laterais dos olhos enquanto os cones se concentram na parte central, a fóvea. Por conter grande quantidade de cones, a fóvea é menos sensível à luz.

Visão

Audição

Quando um corpo qualquer está vibrando, o ar que está em volta também vibra. Essas vibrações são percebidas pelo ouvido humano, que é capaz de captar ondas com vibrações compreendidas entre 16 Hz e 20.000 Hz (ondas que se repetem de 16 a 20.000 vezes por segundo).

O ouvido humano é dividido em três regiões: ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno. A função básica dessas três regiões é transformar a energia das ondas sonoras em vibrações mais potentes a fim de serem captadas pelo sistema nervoso auditivo.

OUVIDO EXTERNO: formado pelo pavilhão e pelo canal auditivo, que termina no tímpano que é uma membrana recoberta externamente por uma delgada camada de pele e internamente por epitélio cúbico simples. Entre as duas camadas epiteliais encontramos duas camadas de fibras colágenas, fibroblastos e fibras elásticas que entram em vibração quando recebem as ondas sonoras. Esta vibração tem função amplificadora do som. O pavilhão externo capta o som e pode ser fixo ou móvel (dependendo da classe animal, no homem, em geral é fixo). O canal auditivo ou meato acústico externo é revestido internamente por pele rica em pêlos e glândulas sebáceas e ceruminosas cuja função é a proteção do tímpano.

OUVIDO MÉDIO: vai do tímpano até as janelas redonda e oval (membranas entre o ouvido médio e o ouvido interno) Contêm três minúsculos ossos que transmitem a vibração do tímpano até a janela oval.

São eles o martelo, a bigorna e o estribo. Um canal chamado trompa de Eustáquio comunica o ouvido médio com a faringe. Este tubo serve para que as pressões do ar de um lado e do outro do tímpano fiquem equilibradas.

OUVIDO INTERNO: A janela oval transmite as vibrações ao ouvido interno, que é formado pela cóclea ou caracol (percepção dos sons) e pelos canais semicirculares (relacionados com o equilíbrio). Na cóclea, onde o som é amplificado, encontram-se as terminações do nervo auditivo.

Audição

Classificação dos Receptores Sensoriais

De acordo com a natureza do estímulo que são capazes de captar, os receptores sensoriais podem ser classificados em:

Quimiorreceptores – Detectam substâncias químicas. Exemplo: na língua e no nariz, responsáveis pelos sentidos do paladar e olfato;
Termorreceptores – Capta estímulos de natureza térmica, distribuídos por toda pele e mais concentrado em regiões da face, pés e das mãos;
Mecanorreceptores – Capta estímulos mecânicos. Nos ouvidos, por exemplo, capazes de captar ondas sonoras, e como órgãos de equilíbrio;
Fotorreceptores – Capta estímulos luminosos, como nos olhos.

De acordo com o local onde captam estímulos, os receptores sensoriais podem ser classificados em:

Exterorreceptores – Localizadas na superfície do corpo, especializadas em captar estímulos provenientes do ambiente, como a luz, calor, sons e pressão.

Exemplo: os órgãos de tato, visão, audição, olfato e paladar;

Propriorreceptores – Localizadas nos músculos, tendões, juntas e órgãos internos. Captam estímulos do interior do corpo;

Interorreceptores – Percebem as condições internas do corpo (pH, pressão osmótica, temperatura e composição química do sangue).

Bons Estudos!!!